Logo Comunitas
  • voltar
  • 8

    Qual o destino dos investimentos sociais privados?

  • 9

    Como evoluíram os investimentos em educação?

  • 10

    Em relação aos direitos humanos, quais as pautas contempladas da atuação social das empresas?

  • 11

    O que destacar na atuação das empresas em defesa dos direitos das crianças e adolescentes?

  • 12

    Quais as estratégias adotadas para alinhar os investimentos sociais aos negócios?

  • 13

    O que as empresas estão planejando fazer para aprimorar os investimentos sociais, no futuro próximo?

  • 14

    Além da atuação voluntária, como as empresas atuam nas comunidades em caráter obrigatório?

8. Qual o destino dos investimentos sociais privados?

A atuação do grupo BISC não é homogênea e vem se modificando ao longo dos últimos anos. As empresas do setor de prestação de serviços concentram, cada vez mais, seus investimentos em educação. No caso das indústrias, observa-se o redirecionamento dos recursos destinados à educação para áreas diversas, especialmente para os programas de geração de trabalho e renda.



9. Como evoluíram os investimentos em educação?

Não obstante as mudanças recentes na distribuição dos investimentos sociais, a área de educação continua absorvendo a maior parcela dos recursos. Em 2018, eles foram da ordem de R$ 901 milhões, o que representa uma redução de 6% em relação ao ano anterior. Cabe ressaltar, no entanto, que essa queda equivale a menos da metade da queda verificada no total dos investimentos sociais (13%).



10. Em relação aos direitos humanos, quais as pautas contempladas da atuação social das empresas?

A promoção dos direitos humanos está contemplada na política de investimentos sociais da maioria das empresas, uma vez que várias ações desenvolvidas pelo grupo se relacionam com o tema, a exemplo da defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes e do direito à educação e à cultura. Todavia, em apenas um quinto delas, essa área se configura como linha condutora dos projetos sociais, explicitada nos seus objetivos, no processo de planejamento das atividades e nos resultados almejados.



11. O que destacar na atuação das empresas em defesa dos direitos das crianças e adolescentes?

O compromisso corporativo com o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes está formalizado em 71% das empresas e, nesse campo, predominam as ações preventivas de educação, de sensibilização e de qualificação de profissionais que atuam na área.



12. Quais as estratégias adotadas para alinhar os investimentos sociais aos negócios?

O processo de alinhamento dos investimentos sociais aos negócios também está consolidado. Em 2018, 75% das empresas e 63% dos institutos destinaram mais da metade dos seus investimentos sociais para projetos alinhados. Para tanto, o grupo se concentrou no redirecionamento de antigos projetos, no desenvolvimento de novas tecnologias sociais e no envolvimento das equipes dos institutos na condução dos projetos sociais da empresa. Ao contrário do observado em edições anteriores do BISC, nos anos recentes 58% das empresas e 50% dos institutos chegaram a encerrar projetos sociais não alinhados aos negócios, promovendo rupturas mais acentuadas na forma tradicional de atuar.



13. O que as empresas estão planejando fazer para aprimorar os investimentos sociais, no futuro próximo?

Entre os principais objetivos estratégicos definidos para os próximos anos, as empresas destacam: aprofundar o alinhamento dos investimentos sociais aos negócios; concentrar esforços para ampliar a escala dos projetos; avaliar resultados; e se articular a agendas públicas globais, a exemplo da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Essas prioridades sinalizam, em resumo, os maiores desafios a serem enfrentados na condução dos investimentos sociais do grupo.



14. Além da atuação voluntária, como as empresas atuam nas comunidades em caráter obrigatório?

Dois terços das empresas do grupo executaram, ou se envolveram em projetos econômicos que incluem a obrigatoriedade legal de realizar ações socioambientais voltadas para as comunidades. Durante o período analisado pelo BISC, os recursos envolvidos nessa modalidade de atuação foram praticamente do mesmo porte, ou maior, do que aqueles destinados às ações voluntárias. Em 2018, o montante das aplicações compulsórias, captado na pesquisa, foi ligeiramente inferior: 2% menor.

O potencial de complementaridade entre as ações obrigatórias e voluntárias se revela, por exemplo, na alocação dos recursos. Em caráter compulsório, os investimentos se concentram em atividades que são essenciais para a promoção do bem-estar social das comunidades, como infraestrutura e defesa de direitos humanos, à diferença do que se observa no campo da atuação voluntária.



Assine nossa Newsletter:


Newsletter