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    Quanto as empresas do grupo BISC investem no social?

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    Qual o percentual de empresas que ampliaram ou reduziram seus investimentos sociais, entre 2017 e 2018?

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    Qual a diferença na trajetória dos investimentos realizados diretamente pelas empresas e por seus institutos?

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    Qual a proporção dos investimentos sociais na receita e nos lucros das empresas?

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    BISC e CECP: qual o padrão dos investimentos sociais?

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    Qual a tendência com respeito à utilização de incentivos fiscais no financiamento dos investimentos sociais privados?

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    Quais as previsões do grupo para o futuro próximo?

1. Quanto as empresas do grupo BISC investem no social?

Em 2018, as empresas investiram R$ 2,1 bilhões na área social, uma queda de 13% em relação ao ano anterior. Tal resultado não invalida, no entanto, a tendência de consolidação dos investimentos sociais do grupo, conforme registrado em edições anteriores da pesquisa. Apesar da conjuntura econômica desfavorável dos últimos anos, os investimentos foram mantidos em um patamar superior a dois bilhões de reais.

PIB 2007
6%
2008
5%
2009
-0,3%
2010
7,6%
2011
3,9%
2012
1,8%
2013
2,7%
2014
0,2%
2015
-3,8%
2016
-3,6%
2017
1%
2018
1,1%

 



2. Qual o percentual de empresas que ampliaram ou reduziram seus investimentos sociais, entre 2017 e 2018?

A queda dos investimentos não foi uniforme e nem generalizada. Na contramão do caminho trilhado pela economia, 36% das empresas ampliaram seus investimentos sociais, mas os valores acrescidos por esse subgrupo não foram suficientes para compensar a redução realizada pela maioria.



3. Qual a diferença na trajetória dos investimentos realizados diretamente pelas empresas e por seus institutos?

As empresas sustentaram os investimentos sociais realizados por seus institutos, que permaneceram praticamente no mesmo patamar do ano anterior, ou seja, com uma pequena elevação de 2,3%. Isso pode ser atribuído, em grande parte, ao tipo de atividades que eles desenvolvem – projetos estruturados, executados diretamente e de mais longo prazo.



4. Qual a proporção dos investimentos sociais na receita e nos lucros das empresas?

Nos dois últimos anos caiu a proporção dos investimentos sociais na receita e no lucro bruto das empresas. No entanto, quando a análise toma por base o lucro líquido, o resultado é positivo. A mediana da participação dos investimentos sociais no lucro líquido, em 2018, subiu para 2,35% e revela o esforço realizado pelo grupo para preservar a sua atuação social em um contexto de dificuldades no campo econômico.



5. BISC e CECP: qual o padrão dos investimentos sociais?

A proporção do lucro bruto destinada aos projetos sociais tem sido utilizada, pelo BISC e pelo CECP*, para comparar o padrão dos investimentos sociais no Brasil e nos Estados Unidos. Desde 2007, os resultados observados revelam que na maior parte desse período o padrão brasileiro esteve empatado, ou na frente, do Norte Americano. Porém, em 2018, ele ficou abaixo: 0,77% contra 0,94%, respectivamente.



*Sobre o CECP, visite: http://cecp.co/

6. Qual a tendência com respeito à utilização de incentivos fiscais no financiamento dos investimentos sociais privados?

Em 2018, o valor dos incentivos fiscais captados foi da ordem de R$ 453 milhões, o que corresponde a 21% do total investido pelas empresas. Esse valor representa uma queda de 14% em relação ao ano anterior. Ao longo dos anos, observa-se que as oscilações nos valores dos incentivos acompanham as oscilações dos investimentos como um todo. Ou seja, eles não compensam a redução dos investimentos voluntários decorrentes das dificuldades conjunturais enfrentadas pelas empresas, o que pode ser atribuído ao fato de que os impactos negativos da economia refletem-se, também, na capacidade do grupo de captar os recursos incentivados.

PIB 2007
6%
2008
5%
2009
-0,3%
2010
7,6%
2011
3,9%
2012
1,8%
2013
2,7%
2014
0,2%
2015
-3,8%
2016
-3,6%
2017
1%
2018
1,1%


7. Quais as previsões do grupo para o futuro próximo?

Em relação ao futuro, as empresas estão otimistas. Assim é que 65% delas estão prevendo ampliar ou, pelo menos, manter nos próximos dois anos os investimentos realizados nos anos recentes. Portanto, o grupo indica que os investimentos estão consolidados num padrão superior a R$2 bilhões/ano.



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